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Lei obriga companhias aéreas que operam na UE a pagar taxa por emissão.
Comissão Europeia avalia ser possível ter acordo internacional em 2013.

Aeronave levanta voo após sair de aeroporto de
Genebra, na Suíça (Foto: AFP)

A Comissão Europeia (CE) propôs nesta segunda-feira (12) a suspensão da taxa europeia sobre as emissões de dióxido de carbono nas companhias aéreas até 2013, quando será realizada a próxima assembleia geral da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), para tentar alcançar um acordo em nível global.

A comissária europeia para o clima, Connie Hedegaard, disse ter proposto suspender a taxa porque “há sinais de que podemos alcançar um acordo em nível internacional”. “Mas se as coisas não ficarem claras, se não se chegar a um acordo até esta data, retrocederemos ao ponto onde estávamos. Não haverá uma nova proposta”, disse.

A legislação obriga as companhias que operam na União Europeia (UE), independentemente de sua nacionalidade, a pagar uma taxa por suas emissões de CO2. A Comissão Europeia prevê inclusive proibir o voo de companhias que não cumprirem com a norma europeia.


A taxa de carbono obriga as companhias que voam em território da União Europeia a pagar pelo equivalente a 15% de suas emissões de dióxido de carbono, ou 32 milhões de toneladas de CO2. Com a nova medida, nenhuma companhia aérea deve ficar obrigada a pagar a taxa antes de 2013, mas a cobrança de 2012 deve servir para fazer o cálculo futuro.

Índia e China se opõem à taxa de carbono da Europa, já que a classificam como um imposto comercial unilateral, disfarçado de medida para lutar contra a mudança climática.

A Comissão Europeia calcula que a taxa vai obrigar as companhias a acrescentar entre 4 e 24 euros no preço dos voos de longo percurso.

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As votações acontecerão até 10/11/2012, às 14h. Conto com vocês!

Os oito sindicatos da aviação civil e aeroportos anunciaram hoje uma greve em todo o setor para o dia 14 de novembro, em comunicado conjunto, onde atacam fortemente o executivo de Pedro Passos Coelho.

Os sindicatos subscritores do documento são os das Indústrias Metalúrgicas e Afins (SIMA), o Democrático dos Trabalhadores e Aeroportos e Aviação (SINDAV), o Nacional dos Trabalhadores da Aviação Civil (SINTAC), o dos Quadros da Aviação Comercial (SQAC), o dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos (SITAVA), o Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), o dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) e o dos Técnicos de Handling de Aeroportos (STHA).

A greve é uma das ações conjuntas que decidiram fazer, argumentando com “a defesa de Portugal e dos trabalhadores que representam”.

Dia 14 de novembro é o dia da greve geral convocada pela CGTP.

Os sindicalistas queixam-se do Governo, argumentando com a ausência de “liderança, interlocutores credíveis, rumo, estratégia, diálogo [ou] comunicação”.

Criticam que o executivo só comunique com os portugueses “através dos órgãos de comunicação social e, mais grave, através de consultores que nada representam”.

De acordo com levantamento realizado com executivos, empresários e fazendeiros  de Rio Preto, o fretamento de avião particular cresceu 25% naquela região, pois a infraestrutura precária dos aeroportos e compromissos frequentes os fizeram optar pelos voos particulares. 

Em Catanduva, o diretor do Aeroclube, João Batista Beraldi, explica que não realiza esse tipo de serviço, justamente por precisar estar regulamentado pela Agência Nacional de Aviação Civil, e a unidade não possui essa regulamentação específica para o táxi  aéreo. 

“Os únicos aviões que possuímos são utilizados para aulas de aviação, há outros de usinas e empresários que ficam aqui apenas nas garagens”. 

Na opinião de Beraldi, o voo comercial sai muito mais em conta que o fretado;  “os modelos que temos, chegariam mais tarde que o voo comercial e ainda em preço mais caro, não compensa”.

O único tipo de voo que o Aeroclube oferece é o panorâmico, onde o piloto e mais três pessoas podem sobrevoar a cidade por 20 minutos, pagando R$ 150. 

Neste ano, 82 alunos foram brevetados e atualmente 33 alunos estão em curso. João destaca que na unidade são realizadas 400 horas/mês de voo de instrução no local. Os modelos de aviões no local são Aero Boero, Paulistinha e o Cesna 152 e Cesna 172 (piloto e mais três pessoas). 

Para evitar gastar com voos particulares, há empresários que optam em comprar seu próprio avião. Na opinião do diretor do Aeroclube, o modelo Sêneca é o mais indicado, com preço que varia de U$ 500 mil a U$ 1 milhão. 

Pesquisa destacou que uma viagem de Rio Preto para São Paulo, ida e volta, custa entre R$ 8 mil e R$ 12 mil, ou seja, 15 vezes mais que um voo comercial. Para Ribeirão Preto, a 200 km de distância, o custo varia de R$ 4 mil a R$ 6 mil. Para o Rio de Janeiro, R$ 24 mil. Já viajar de helicóptero é mais caro ainda; o valor chega ser três vezes maior do que os voos particulares com avião.

Brasília. A diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou o aumento de R$ 20 mil para R$ 20 milhões no valor máximo da multa a ser aplicada em situações que causem transtorno à ordem pública.

Para isso, houve mudança na resolução 25/2008, que dispõe sobre o processo administrativo para a apuração de infrações e aplicação de penalidades. A alteração foi aprovada em reunião de diretoria da Anac realizada nesta terça-feira (30) e a nova versão da norma será publicada hoje no Diário Oficial da União.

Serviços aéreos

A medida aumenta em até mil vezes o escopo da multa a ser aplicada em casos de execução de serviços aéreos de forma a comprometer a ordem ou a segurança pública. Os valores poderão chegar a R$ 20 milhões por infração. A penalidade já é prevista na resolução 25/2008, mas com valor máximo de R$ 20 mil. O aumento foi anunciada depois de uma série de problemas que afetaram recentemente o setor aéreo nacional.

SÃO PAULO, SP, 31 de outubro (Folhapress) - Os aposentados e pensionistas do Aerus, fundo de pensão das companhias aéreas Varig e Transbrasil, realizaram um protesto em cinco aeroportos do país hoje para cobrar do governo decisão da Justiça para que a União complemente seus benefícios.

Os protestos ocorreram em Congonhas (São Paulo), Santos Dumont (Rio), Salgado Filho (Porto Alegre), Afonso Pena (Curitiba) e Aeroporto Internacional de Recife.

Durante a manifestação em Congonhas, os aposentados chegaram a queimar um boneco de Judas caracterizado como o ministro-chefe da Advocacia Geral da União, Luís Inácio Adams. Além disso, protestaram na passarela em frente a esse aeroporto, o que paralisou a avenida Washington Luiz por alguns minutos.

"O que está acontecendo com esses idosos é uma vergonha para o nosso país, mas esperamos que a presidenta Dilma se sensibilize e dê uma solução para o caso Aerus", ressaltou, em nota, a diretora de Previdência do Sindicato Nacional dos Aeronautas e dirigente da Fentac/CUT, Graziella Baggio.

Entenda o caso

De acordo com o Sindicato Nacional dos Aeronautas, além da folha de pagamento do Aerus, estimada em R$ 22 milhões mensais, a União deve aos autores da ação uma multa que já ultrapassa R$ 2,5 milhões pelo não cumprimento da sentença. Cerca de 10 mil famílias dependem dos recursos do Aerus para a sua subsistência.

A AGU, por outro lado, afirmou, em nota, que a decisão judicial que mandava o governo pagar o complemento da aposentadoria dos ex-funcionários das empresas aéreas foi suspensa no dia 26 de outubro.

Há cerca de uma semana, o governo encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei visando a liberação de R$ 44 milhões para pagar a folha do Aerus dos meses de outubro e novembro. Não há previsão, no entanto, de recursos para o pagamento dos outros meses (a contar de julho) ou da multa, nem para o pagamento dos meses seguintes e do 13º salário.

Informação é de Wagner Bittencourt, da Secretaria de Aviação Civil (SAC).
Plano, porém, não foi detalhado, pois ainda será ‘desenvolvido’, disse.

O ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Wagner Bittencourt, informou nesta quarta-feira (31) que os aeroportos terão reforço de pessoal no fim deste ano, quando está previsto um aumento de 8% no fluxo de tráfego aéreo. O objetivo da medida é evitar os atrasos nos vôos.

"Vamos reforçar atendimento nos aeroportos para melhorar o atendimento prestado. Haverá um reforço de pessoal da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), assim como da Infraero, e também do setor privado, das companhias aéreas. Queremos melhorar a qualidade do ‘check-in’ e da retirada de bagagens", declarou Bittencourt. 

A previsão é que 17 milhões de passageiros circulem pelos aeroportos do país durante o mês de dezembro.

O ministro lembrou que, no fim de 2011, o índice de vôos com atraso de mais de 30 minutos caiu para 13,11%, contra 20,94% no fim de 2010. Nos dois últimos anos, houve um plano especial nos aeroportos para evitar atrasos nos voos.

Segundo ele, uma série de ações, que também foram adotadas nos últimos anos, serão repetidas no fim de 2012. “São ações que a gente toma todos anos para que estes eventos de pico possam ser ultrapassados com qualidade grande de serviço prestado. Ano passado, tivemos um ganho de produtividade grande frente ao ano anterior”, informou ele.

Bittencourt, que participou de uma reunião com as companhias aéreas, com a Anac e Infraero, e novos concessionários de aeropotos (Guarulhos, Viracopos e Brasília), entre outros, explicou, porém, que as metas de aumento de pessoal, neste fim de ano, ainda não foram detalhadas, pois ainda estão sendo “desenvolvidas”. A assessoria de imprensa da Secretaria de Aviação Civil explicou que este plano detalhado geralmente é apresentado somente no início de dezembro.

Grandes eventos em 2013
O ministro da Secretaria de Aviação Civil declarou ainda que as ações discutidas também serão importantes para outros eventos previstos para o próximo ano, como, por exemplo, a Copa das Confederações, a Juventude Cristã, e o Rock in Rio. “Estamos discutindo um planejamento para identificar quais são as ações que temos que fazer. Avaliamos uma série de questões sobre o setor”, afirmou ele. 

O presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, disse que considera as medidas estudadas para o fim deste ano, como aumento de pessoal ligado ao atendimento, corretas e adequadas. “Contará com o nosso desenvolvimento”, declarou.

Segundo ele, haverá uma reorganização de postos de trabalho das companhias aéreas para cumprir as determinações do governo. “Se houver necessidade de contratação, vai ser feita”, acrescentou.

PROCURA-SE UM AVIADOR.

Procura-se um aviador. Nem jovem nem velho, apenas antigo. Que tenha sensibilidade para lidar comigo e compreenda minhas manias, pois já estive à beira do desaparecimento e fui “ressuscitado” ou restaurado como dizem por aí… Cada novo pedaço de tela, cada nervura, representa cicatrizes dos lanhos de uma vida de vôos e pousos, mais rangidos, estalidos e tendências deste meu corpo ou fuselagem…

Meu piloto poderá falar quando quiser, mas, sobretudo, terá que saber escutar, ouvir e entender os sons que sou capaz de emitir: como o assobio do vento relativo nos meus montantes e estais; o ronco do meu fiel motor que, às vezes, espoca e tosse, com um bafo de fumaça azulada.

Procura-se um humano que compreenda meus códigos, que talvez sejam mensagens diluídas pelo tempo e remanescentes de aviadores antigos que me conduziram, ou a outros iguais a mim.

Procura-se um aviador que não se importe com meu cheiro de dope, graxa e gasolina, também não se melindre quando eu o respingar de óleo. Deverá ainda saber usar a bússola e ler uma carta seccional, reconhecendo referências no terreno, compensando o vento e mantendo a rota, sem precisar de mostradores elétricos. Este piloto decerto apreciará as pistas de grama e cascalho, no meio de plantações, pastagens ou na beira dum lago…

O aviador que procuro deverá saber extasiar-se com minhas antiquadas chandelles, turneaux e loopings, apenas alegres e espontâneos bailados, sem pretensão a aplausos ou troféus.

Procura-se um aviador que tenha prazer de voar a qualquer hora, mas preferindo decolar ao nascer do sol, ou conduzir-me nas luzes mágicas do sol poente. Meu piloto será um saudosista por certo, sobrevivente do tempo em que um avião era um avião, e não um foguete com asas, recheado de automatismos.

Este piloto será tido como esquisito, pois será reservado e escondido, com seus cismares, numa surrada jaqueta manchada de óleo. Será encontrado, junto com poucos iguais a ele, numa boa conversa de hangar.

O aviador que vier por este anúncio será aquele que procure poesia na aviação.

Procura-se este aviador raro, que tenha carinho por mim, a despeito de minha idade, e que, principalmente, não permita que lhe arranquem o romantismo.

Interessados dirigirem-se ao HANGAR da SAUDADE, no Campo dos Sonhos, procurar pelo BIPLANO ABANDONADO.

grato ao grande piloto e amigo Dato de Oliveira pelo envio desse maravilhoso texto

=|=Avião Vício=|=

Pilotos de Boeing 777 com 270 passageiros voaram 400 km a mais.


Navegador da embarcação estava sumido há uma semana e passa bem.

Um avião de passageiros que viajava entre o Canadá e a Austrália ajudou a localizar um veleiro à deriva no Oceano Pacífico com a ajuda de binóculos emprestados por um passageiro.
Boeing 777-233(LR), prefixo C-FIUJ, da Air Canada, que saiu de Vancouver com destino a Sydney (voo AC-33),  fez um desvio de 400 km de sua rota original a pedido da Autoridade de Segurança Marítima Australiana (AMSA, na sigla em inglês) após um farol de emergência ser avistado no Mar da Tasmânia, entre a Austrália e a Nova Zelândia.
Os pilotos também reduziram a altitude da aeronave a 1,8 mil metros para ajudar na localização visual do barco. A altitude de cruzeiro de um voo de longa distância é de 11 mil metros.
O barco, com um único ocupante, foi encontrado cerca de 500 km a leste de Sydney.
O navegador havia deixado a área de Sydney havia duas semanas e estava à deriva por cerca de uma semana após perder seu mastro e ficar sem combustível.
Resgate
Segundo a AMSA, o aviso luminoso de emergência do barco foi avistado por volta das 8h15 de terça-feira (18h15 de segunda-feira em Brasília).
O voo com 270 passageiros e 18 tripulantes a bordo, que já durava 12 horas e estava próximo ao seu destino, foi então desviado em busca do barco.
Segundo um porta-voz da Air Canada, a aeronave pousou com 90 minutos de atraso em Sydney.
"Estamos realmente satisfeitos de poder ter ajudado", afirmou o porta-voz Peter Fitzpatrick ao jornal canadense The Globe and Mail.
Posteriormente, um avião da Air New Zealand que viajava entre Auckland e Sydney também foi desviado, antes da chegada de uma aeronave de resgate australiana que lançou um bote salva-vidas e um telefone por satélite para o navegador à deriva.

Um navio mercante também protegeu o barco dos fortes ventos até a chegada de uma embarcação de resgate.

Localização remota
Um porta-voz da AMSA afirmou à rede Australian Broadcasting Corporation (ABC) que a ajuda dos aviões de passageiros foi necessária por causa da localização remota do veleiro. “A localização do sinal de emergência estava dentro da rota de voo, então precisávamos avaliar a situação, e o Boeing 777 era o mais próximo do local”, afirmou o porta-voz Jo Meehan.
Segundo as autoridades, o navegador foi resgatado com segurança e passa bem.
BBC via G1 / Aviation Herald - Fotos: Australian Maritime Safety Auth